A pandemia (esquecida) que marcou o século XX

Fotografia: National Museum of Health and Medicine
Fotografia: National Museum of Health and Medicine

Pneumónica. Gripe espanhola. Gripe das trincheiras. Nomes não bastaram para nomear a influenza pandémica de 1918, uma das mais severas pandemias da história recente. Num contexto de guerra e de respostas tardias, floresceu a “mãe de todas as epidemias modernas”.

A Primeira Grande Guerra já contava os seus quatro anos, mas ainda não se tinha esperança de um fim próximo. Por entre as fissuras deixadas com anos de conflito uma nova cepa de influenza espalhou-se pelo mundo, infetando pelo menos um terço da população mundial, pelo menos 500 milhões de pessoas, e deixando um rasto de entre 40 e 50 milhões de mortos.

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