Obras na Notre-Dame pararam

Fonte: No Limit Pictures/iStock
Fonte: No Limit Pictures/iStock

Em França, Emmanuel Macron perante a ameaça da Covid-19 ordenou a suspensão das obras no monumento. A vontade do presidente em reabrir em 2024 a Catedral parece cada vez menos concretizável.

Há um ano, ao final da tarde, o mundo via pela televisão e pelas redes sociais o incêndio que deixou destruída a “catedral fundadora da arquitetura gótica europeia”. O presidente de França, Emmanuel Macron prometeu ao mundo que em cinco anos, Notre-Dame lhes seria “devolvida ainda mais bela”.

Segundo o Ministério da Cultura Francês, os trabalhos de reparação só serão retomados quando a pandemia estiver controlada. Jean-Louis Georgelin, “general” da obra, já assumiu que a obra só avança em 2021.

Assim, a programada abertura para 2024, a tempo dos Jogos Olímpicos em França, não está garantida. Notre-Dame vive um impasse, entre esta paragem forçada das obras e os atrasos no concurso internacional de arquitetura, da qual resultará a nova cobertura para a catedral.

Fonte: Euronews.

Em 2019, na semana após o incêndio, as principais empresas francesas anunciaram avultadas doações para a reconstrução da Catedral. No entanto, segundo o Público, dos prometidos 902 milhões de euros recolhidos, menos de 200 milhões terão chegado ao destino.

Segundo o Público, o dinheiro pode revelar-se insuficiente. O reitor da Notre-Dame, Patrick Chauvet fez saber à imprensa que “a fatura de recuperação irá ultrapassar os mil milhões de euros”.